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MULHERES INCRÍVEIS!

Lumtree Consultoria Educacional

Mulheres Incríveis Premiadas!

Adriana Roberta Calado Raymundo

"Nesta pandemia tivemos que nos reinventar todos os dias, cuidar das pessoas que amamos, nos preocupar com as pessoas que convivem com a gente, virar profissionais a distância, nos reinventar como educadores de nossos filhos, vencer os medos. Mas uma diferença bem grande que fiz foi me encontrar com um papel que amo muito, educar, ensinar, orientar. Embora seja muito diferente o que as professoras fazem dentro de sala de aula, uma mãe colocar -se em um papel que deixa de ser apenas as atividades de casa e toma o lugar de desenvolver, fazer entender e ensinar sem preparo, do dia para noite foi muito gratificante. A responsabilidade tornou-se maior, a didática teve que mudar com o novo cenário e a proximidade dos filhos veio com uma visão diferente. Fazer com que a criança se desligue do que estamos vivendo e consiga focar no novo é difícil porém não é impossível, temos que nos dedicar, deixar o afeto e a proteção de lado, sermos firmes e impor regras, são ações que tive que desenvolver a cada momento. E com as incertezas do agora me parece que este papel nunca mais sairá de nossas vidas, porém torcemos para que logo as coisas voltem ao normal mas ser a professora deste pequeno me faz muito bem, me fez muito bem."

"Quando o surto do vírus começou na China eu já previ que infelizmente isso logo se tornaria uma pandemia. Me recordo do último dia de aulas presenciais na Universidade em que eu deveria lecionar algo sobre enfermagem em saúde do adulto, mas resolvi ensinar meus alunos sobre epidemiologia. Disse a eles que o vírus já estava presente nos seis continentes e isso era o suficiente pra ser considerado uma pandemia. Quatro dias depois a OMS declarou a covid-19 como pandemia. Nesse período, o mundo todo culpava e discriminada chineses no mundo todo, inclusive no Brasil. Em resposta arrecadei 300 reais da minha turma de enfermagem e comprei caixas e caixas de máscaras para enviar ao hospital de Wuhan que na época estavam em colapso de covid. Ensinei aos meus alunos que devemos enfrentar o preconceito com compaixão. Durante toda essa pandemia, o que ela mais fez comigo foi testar a minha coragem. Coragem pra sair de casa, pra trabalhar na linha de frente, pra oferecer oxigênio pra quem luta pra conseguir respirar, pra lecionar e formar mais enfermeiros, pra esperar a vacina, coragem pra superar o luto da perda de 24 pessoas entre amigos e colegas enfermeiros, coragem pra trabalhar quando meu corpo e a minha mente querem desligar. Coragem pra confortar e consolar outros colegas enfermeiros que estão tão assustados e cansados quanto eu. Nesse último ano a minha coragem foi e continua sendo testada todos os dias. Lado bom dessa história, está em cada vida salva pela vacina que eu administrei, pelas consultorias dos estudos científicos que eu traduzi e passei para os enfermeiros na UTI, para cada aluno que eu ensinei, para cada fakenews que eu combati, para a experiência que eu adquiri. Sigo lutando, com a incrível capacidade humana de se adaptar inclusive ao caos, buscando em Deus e na ciência a força pra continuar salvando e cuidando de vidas preciosas. Hoje mesmo fiz um minuto de silêncio pelas vítimas da Covid-19 antes de iniciar mais uma aula online. Pois se assistimos na TV que 280 mil pessoas morreram e o nosso coração não sente nada com isso, então estamos na profissão errada. Enfermagem é empatia, é cuidado integral e também é ciência. Gratidão? Claro! Agradeço a pandemia à coragem recebida. Espero sair dessa vida sem ter medo de NADA!"

Paloma Cesar de Sales

"Em nenhum momento da minha vida pensei ser empreendedora, a oportunidade surgiu após sair de uma empresa privada, após 25 anos de trabalho. 2020 foi o ano que essa empresa começou a alavancar, porém, veio a pandemia. Eu só tinha 2 escolhas: desistir dos meus sonhos ou aprimorar minhas habilidades para lidar com a crise. Escolhi a segunda opção. Fiz diversos cursos online e hoje me sinto mais preparada para lidar com a crise."

Débora Regina Silva

"Qdo começou a pandemia eu confesso que me assustei.Eu tinha um restaurante ,trabalhava como cozinheira em buffets e tinha uma empresa virtual de eventos (festas ).Do nada tudo parou e eu me vi sem poder me mover .Entao,pensei rápido.Morávamos em cotia,lugar ótimo,mas sem muita chance de fazer dinheiro.Aluguei uma casa em São Paulo, e fui á luta.montei um mercado na garagem de casa (não deu certo)Então resolvi comprar uma máquina de costura e fazer panos de prato.Hoje tenho varias máquinas e faço todo tipo de costura e consigo bancar minha casa.tenho uma pqna fábrica de costura,tenho amigas que vendem pra mim.(Que tbm tem seus ganhos),Dei trabalho pra uma vizinha na confecção das peças e de quebra ainda adquiri mais uma profissão.COSTUREIRA .So tenho á agradecer a Deus. Então,se é que se pode dizer que esse vírus trouxe algo de bom ,eu diria que pra mim ,foi um degrau.Subi e estou sobrevivendo. Não devemos desistir nunca.Somos capazes de coisas grandes que jamais imaginamos.Temos que acreditar. Deus capacita.Sair da zona de conforto é preciso.A pandemia me fez ver que o céu é o limite.Que podemos ir além.E o que eu posso dizer a respeito que a pandemia me fez?Ela me fez ver que nunca é tarde pra aprender algo novo,que sou capaz e que me derrubar é fácil, dificil é me manter no chão rsrsrs.Gratidao á minha família, meus 8 filhos ,meu esposo,genros e noras netos e meu paizinho que amo.E toda honra á meu Deus que sempre me guiou."

Celia dos Anjos Fernandes

Aprendi a sobreviver e a seguir o que eu acredito - viver um dia de cada vez. Amo minha família, meu gato e minha casa. Sou crente em Deus e Ele me dá forças para prosseguir. Não é fácil, confesso, mas minha mente deve ser minha grande aliada e procure desenvolvê-la todos os dias para lidar com os contratempos. Vou trabalhar até quando tiver forças e vou seguir amando, ajudando a todos que querem ser ajudados.

Geraldina Maria Guerra